quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A NATURAL HISTORY OF THE DEAD




A morte sempre me fascinou e fascina. Não sendo metafísico quando vejo um cadáver recente, interrogo-me sempre sobre o mistério que insiste em animar um corpo onde a pulsão vital já não habita. Jeremy Bentham (1748-1832), jurista e filósofo inglês, determinou em testamento que o seu corpo fosse perservado numa caixa de madeira enquanto "Auto-ícone", depois da sua morte. Ainda hoje a sua múmia pode ser vista pelo público no University College London, isto desde 1850. A cada 50 anos da instituição a primeira comparece no Concelho Colegial, assumindo a condição de "presente, mas não votante"...

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